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Cuide bem do carro no inverno

Dicas para manter seu veículo longe de problemas na estação mais fria do ano

Com as temperaturas baixando, alguns cuidados especiais precisam ser tomados. Tanto o motor, quanto todo o sistema elétrico precisam de mais energia para funcionar. Por isso, veja aqui algumas dicas que separamos para você não ficar na mão!

Bateria

Com as temperaturas mais baixas, o óleo pode ficar mais viscoso, exigindo mais da bateria para o sistema de partida do carro. Evite deixar som, luz ou outros equipamentos ligados, quando o carro estiver com o motor desligado.

Limpadores de para-brisa

Se você mora em uma região com clima de frio mais intenso, é recomendável trocar as palhetas com mais frequência. O tempo frio pode ressecar a borracha do acessório, diminuindo drasticamente a sua eficiência.  

Ar-condicionado

Apesar do frio, é fundamental que você ligue o ar-condicionado de vez em quando. Além de evitar a proliferação de bactérias, esse cuidado faz com que todos os componentes do sistema permaneçam lubrificados.

Pneus

Verifique a pressão de cada um de seus pneus – de acordo com a calibragem recomendada no manual do veículo. Com o pneu calibrado, você evita problemas de deformação causados pelo frio.

Pintura

Em locais muito úmidos e com sereno é importante manter o veículo protegido em um local coberto e/ou com uma capa automotiva. Ao realizar a lavagem em casa, use produtos específicos para limpeza automotiva. Não utilize gasolina, álcool ou outros solventes na superfície pintada.

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Passo a passo: como trocar óleo do carro?

Ter um carro é uma mão na roda em várias ocasiões, mas a manutenção de um veículo  pode ser bastante trabalhosa e nem sempre podemos pagar um mecânico para cuidar corretamente dele, mas podemos aprender, por exemplo, como trocar óleo do carro – algo super importante para manter o bom funcionamento dele – e fazermos isso em nossa própria casa. Só preste atenção para fazer o passo a passo corretamente, pois um simples erro pode fundir o motor do seu veículo e você ter de ficar a pé por uns dias.

Primeiramente, é importante você saber qual é a quilometragem ideal para efetuar a troca: no manual do seu carro deve vir escrita essa  informação; se você não tiver o manual em mãos pode procurar em sites automotivos e eles têm essa informação específica para o modelo do seu veículo.

Como trocar óleo do carro?

Vamos começar: antes de suspender o carro, você deve aquecer o motor para que o óleo escorra facilmente, não deixando nenhum óleo vencido dentro do motor.

Para efetuar a troca o carro deve estar estacionado em um local plano e deve estar em ponto morto; depois, levante o carro com a ajuda de uma alavanca e apoie cavaletes embaixo dele – atenção, não utilize o macaco para deixar o veículo suspenso, pois é muito arriscado. Quando ele estiver no alto e firme, coloque uma bandeja de recuperação abaixo do motor, retire a tampa do lubrificante e deixe o óleo escorrer.

Depois que o óleo cair totalmente, separe o filtro que será trocado, retire o antigo,  passe um pouco de óleo no anel de vedação e coloque o novo filtro; depois, você precisa pôr o novo óleo no buraco de preenchimento, que fica no capô do veículo. Veja no seu manual qual é o lubrificante adequado para o seu carro. Geralmente carros populares demandam o modelo 10 W-30, mas é bom se informar.

Preste muita atenção ao rosquear para não causar vazamento, aguarde alguns minutos para ver se não pinga nenhuma gota. Outra coisa importante: não se esqueça de descartar o óleo substituído em um posto de combustíveis.

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Dicas de conservação do pneu estepe

Não se pode negar que tem algumas coisas que só lembramos que existem quando precisamos delas. Uma delas é o estepe do carro. É raro se deparar com alguém que lembra de cuidar do pneu estepe. O problema é quando se está em uma estrada deserta à noite e o pneu do carro fura. Depois você descobre que o estepe está murcho, danificado ou até careca. Agora você vai descobrir dicas valiosas de como conservar o pneu estepe do seu carro por muito mais tempo apenas com pequenos cuidados:

Como conservar o pneu estepe?

Calibragem periódica: quando for calibrar os pneus do carro, o que geralmente deve ser feito a cada 15 dias, aproveite e encha o pneu estepe também. Lembre-se sempre de calibrá-lo de acordo com o manual do fabricante do seu veículo para que, caso precise usar o estepe, ele não esteja cheio de mais, correndo risco de estourar, nem muito vazio.

Cheque seu estado de conservação: antes de pegar a estrada com a família, verifique antes o estado de conservação do pneu estepe do seu carro. Se ele estiver careca, com bolhas ou mal conservado, troque-o imediatamente. Não conte com a sorte nesse caso. Se você precisar usar o estepe durante a viagem e se ele estiver careca ou em péssimo estado, sua segurança pode ficar comprometida.

Observe o tamanho do estepe: alguns modelos de carro vêm com o pneu estepe um pouco menor do que os que estão rodando. Se algum pneu furar, você pode até usar o estepe mais fino, mas por pouco tempo e com velocidade limitada. Assim que for possível, arrume o pneu que furou e volte o estepe para o porta-malas. Vale lembrar que o estepe mais fino só deve ser usado em casos de emergência, certo?

Verifique o prazo de validade do estepe: se os pneus do seu carro são sempre novos e bem calibrados, pode ser que você nunca precise usar o estepe. Mas você sabia que ele tem prazo de validade? Geralmente esse prazo é de 5 anos, na maioria dos pneus ele vem descrito no próprio pneu. Depois desse prazo, a borracha começa a se deteriorar, afetando toda a estrutura do pneu, o que pode colocar sua viagem em risco.

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As vantagens da manutenção preventiva para seu carro e você

O seu carro é um bem precioso que proporciona passeios com a família, viagens e auxilia nos deslocamentos que você precisa fazer no dia a dia. Nada melhor do que poder contar com essa facilidade. Mas, para que você evite problemas com seu veículo e não precise se preocupar em resolvê-los correndo, tendo que recorrer a loja de autopeças de última hora, é importante fazer a manutenção preventiva.

Ela evita aborrecimentos e prejuízos para o seu bolso. A sua segurança aumenta, pois, com um carro em dia, há menos chances de você ter que buscar ajuda em condições desfavoráveis, como na estrada rumo a um fim de semana de descanso. Acompanhe nossas dicas.

Em que situação devo fazer manutenção preventiva?

A manutenção deve ser feita tanto em carros novos como nos mais usados.

O carro novo não deixa de merecer esse cuidado. Afinal, as peças dos veículos comprados zero também sofrem desgastes naturais pelo uso. É até por isso que os fabricantes exigem que sejam realizadas revisões periódicas: assim, eles podem assegurar ao comprador as garantias prometidas.

Já no caso de carros mais rodados, a atenção deve ser redobrada. Quando você compra um carro usado de um amigo, por exemplo, ele até pode garantir que o veículo esteja em perfeitas condições de uso. Mas vale também checar como foi feita a manutenção e se foi feita.

Lembre-se: você encontrará no manual do fabricante todas as especificações e prazos dentro dos quais as peças devem ser avaliadas.

Itens a serem observados

Para que você possa realizar uma manutenção preventiva eficiente, certas autopeças e itens merecem atenção especial. Alguns deles são descartáveis e de baixo custo, outros têm maior durabilidade e por isso são mais caros. Conheça abaixo alguns desses itens.

1. Filtros de óleo, ar e combustível: são descartáveis, baratos, de fácil substituição e têm papel importante no funcionamento do motor e do ar condicionado (filtro especial), pois evitam a entrada de impurezas.

2. Óleo do motor, câmbio e direção hidráulica: devem ser trocados em intervalos que variam de 10 mil (motor) a 50 mil (câmbio e direção) quilômetros, pois contribuem de forma decisiva para a durabilidade dos equipamentos.

3. Correia dentada: de extrema importância, pois, se quebrar com o carro em movimento, poderá trazer sérios danos para o motor. É difícil perceber quando deve ser substituída, portanto consulte o seu mecânico sobre a necessidade da troca.

4. Velas: duram de 15 a 100 mil quilômetros, dependendo da montadora, mas devem ser avaliadas periodicamente, pois respondem pela ignição e pelo consumo do veículo.

5. Fluido de freio: deve ser substituído, em média, a cada 10 mil quilômetros, pois o prolongamento de seu uso pode resultar no acúmulo de água em sua composição, comprometendo seriamente o mecanismo de frenagem, principalmente em caso de paradas bruscas.

6. Bateria: de grande importância, pois responde pelo funcionamento dos componentes elétricos, a começar pela partida do motor. Preço e durabilidade variam conforme a marca, mas, com o carro em perfeitas condições de funcionamento, podem durar até 2 anos sem apresentar problemas.