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Que tal dar dar brinquedos no lugar do Ovo de Páscoa?

A Páscoa, além do caráter religioso, está intimamente ligada ao consumo de chocolates. Porém, sabemos que muitos adultos e crianças não podem comer os desejados ovos de Páscoa por questões como alergia. Pensando nisso, pesquisamos sugestões de brinquedos para você presentar os pequenos na Páscoa e fazer a felicidade das crianças.

Brinquedos no lugar do ovo de Páscoa

Já que a Páscoa é a época em que o coelho é tão celebrado, que tal em vez de um bichinho de pelúcia, presentear as crianças com um coelhinho de verdade? Um animal de estimação é mais que um brinquedo, mas tão educativo quanto. Ao dar um bichinho de presente para uma criança, você ensina a ela o valor da responsabilidade de cuidar de outro ser que depende de você para sobreviver!

Além disso, você ensina à criança o valor do afeto, do cuidado e a troca de energia e saberes que um animal e uma criança podem ter. Existem no mercado raças de coelhos bem pequeninas que, de tão delicadas, parecem mesmo de brinquedo.

Para crianças de 2 a 4 anos

Nessa fase do crescimento, a criança já é capaz de se separar do adulto e perceber a si mesma como um ser único. Por isso, seus pais têm que oferecer novas oportunidades e experiências para aumentar o nível de percepção da criança em relação ao mundo. Esse é um bom momento para oferecer brinquedos que explorem o raciocínio da criança e o desenvolvimento de seus movimentos, como quebra-cabeças ou brinquedos de encaixar e empilhar, por exemplo.

Para criar uma associação com a Páscoa, escolha quebra-cabeças com o tema. Outra alternativa adequada a essa fase da infância são os brinquedos que induzam ao movimento, como triciclos, carrinhos grandes em que possam subir ou colocar coisas dentro, balanço, bolas, que são ideais para continuar incentivando a desenvolver a parte motora.

De 4 a 6 anos de idade

Muito diferente da fase da oralidade inicial, em que a criança estava absorvendo a linguagem, agora ela expõe absolutamente tudo o que pensa. Por isso, nessa fase os brinquedos precisam explorar essa capacidade. É preciso evitar o óbvio para a criança, que agora, precisa encarar desafios.

Nessa fase insira jogos com regras fáceis, para que possam ser trabalhados o raciocínio e as emoções. Os jogos que podem perder ou ganhar ensinam às crianças a trabalhar a frustração. E aprender a lidar com esse tipo de sentimento é muito importante para desenvolver uma personalidade com equilíbrio emocional para lidar com os momentos não tão bons da vida adulta.

Brinquedos que estimulam brincadeiras ao ar livre e em grupo são muito importantes para a saúde e inserção social das crianças. Corridas de bicicleta, jogos simples com bola e pular corda são ótimas alternativas. Inserir o tema da Páscoa nessas brincadeiras ensinando às crianças o significado desse dia fica a cargo do adulto responsável.

Até também opções deliciosas, como giz de cera, massinhas de modelar, jogos da memória, quadro-negro com giz. Usando esses brinquedos fica fácil sugerir às crianças o tema da Páscoa em suas criações.

Para quem está entre os 6 e os 9 anos

Jogos de tabuleiro, os brinquedos de armar, jogos com bola mais elaborados contribuem para o aprendizado das normas sociais. Nessa fase, é super importante para a criança se sentir aceita pelos parentes, amigos e colegas e os esportes ao ar livre são decisivos para essa aceitação. É nessa fase que a criança descobre se é boa de bola, veloz na corrida, boa no teatro ou rápida no raciocínio. Jogos com bola, brincadeiras cênicas como mímica, circo e teatro também são valiosas.

O convívio social se sofistica por meio de jogos de tabuleiro, cartas e jogos eletrônicos, principalmente aqueles que exigem decisões estratégicas e conhecimentos adquiridos na escola. Os jogos eletrônicos e videogames, o ping-pong, o baralho e o dominó são muito bem aceitos nessa idade, assim como a arte dramática e as representações teatrais. As várias formas de expressão artística, como instrumentos musicais, manipulação de fantoches, brinquedos com karaokê, pintura, escultura, livros e discos, também ajudam no desenvolvimento dos pequenos nessa fase.

A partir dos 9 anos

As escolhas a partir dessa idade são feitas principalmente pela própria criança. É certo que, muito antes disso, elas já pedem aquilo que desejam, mas cabe aos pais ou adultos responsáveis presentear com o que é mais adequado à sua fase de desenvolvimento. Porém, a partir dos 9 anos a personalidade da criança está começando a se autoafirmar e é importante ouvir a sua opinião antes de decidir.

Para essa fase, indicamos jogos de tabuleiros que possam envolver a família, como aqueles em que se compram e vendem imóveis, jogo de damas, xadrez, bem como brinquedos que desenvolvam um dom já aparente no talento da criança.

Se ela gosta de dançar, dê um brinquedo que estimule isso. Se o talento é para natação, existem inúmeras alternativas. Música também costuma se afirmar nessa idade. Livros de histórias com muita aventura também costumam ser bem aceitos.

O importante é que os pais equilibrem as necessidades com as preferências de cada criança. Agindo assim, com ou sem chocolates, o sucesso da Páscoa está garantido.

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Dicas para escolher as melhores mini motos

Uma minimoto é um veículo motorizado de duas rodas feito para crianças com idade entre 6 e 12 anos. Na verdade, as minimotos são quase iguais a réplicas perfeitas de motos grandes, exceto pela potência do motor que é normalmente de 50 cilindradas ou mais, no caso das minimotos esportivas.

Para crianças menores de 5 anos, as minimotos possuem motores elétricos que rodam em baixíssima velocidade, sem oferecer risco de acidentes. Saiba agora como escolher as melhores minimotos.

Fique de olho na segurança

A trava de segurança é um item indispensável em minimotos elétricas, assim a criança poderá frear a moto antes de acontecer uma colisão contra a parede, por exemplo. Nas motos motorizadas para crianças maiores, existe o freio como nas motocicletas para adultos e é necessário a criança ter mais habilidade para pilotar. Podemos dizer que as minimotos elétricas são brinquedos, mas as que possuem motor movido a combustível são réplicas das motos para adultos.

Melhores minimotos: o fator potência

Quanto maior a potência da minimoto, mais idade deve ter a criança que vai pilotar. Podemos dizer, genericamente, que as minimotos elétricas e de baixa potência são para os pequeninos entre 3 e 5 anos. Já as motos com motor e potência maiores devem atender crianças maiores, porém, os itens de segurança como capacete são imprescindíveis para qualquer idade.

Minimoto esportiva

As minimotos estilos cross são perfeitas para crianças que desejam uma moto com maior potência a recursos similares às motos para adultos. Essas motos possuem suspensão para oferecer conforto e segurança em curvas e pequenos saltos, também tem respostas mais rápidas, mantendo o contato dos pneus com o solo por mais tempo, sobretudo em terrenos irregulares. O motor é de 4 tempos, refrigerado, e 100 cilindradas de potência. Possui embreagem automática independente, para facilitar a troca de marcha.

O chassis é mono trave em aço e o tanque recebe 3,5 litros de combustível. Os freios são a disco e a potência máxima atingida em terreno plano é de 83 km por hora, ou seja, é uma moto “de verdade” em tamanho reduzido, e exige treino e habilidade da criança ao pilotar. Seguindo essas dicas não vai ser difícil para você escolher as melhores minimotos e decidir qual delas dar de presente.

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Dicas sobre como montar quebra-cabeça

Brincar é a principal atividade de uma criança. Por isso, se você quer se aproximar dela, vai ter que se sentar no chão e experimentar as brincadeiras juntos. Uma boa pedida para brincar em parceria é montar quebra-cabeças. Existem versões para crianças a partir de 3 anos. Você já montou algum? A diversão é organizar o caos e conseguir formar a imagem completa. Quer uma mãozinha? Veja abaixo algumas dicas sobre como montar quebra-cabeça.

Escolha o local da brincadeira e aprenda como montar quebra-cabeça

Antes de começar, escolha bem o lugar onde vai montar o quebra-cabeça, porque depois fica difícil transportar as peças de um lugar para outro. Dê preferência para locais espaçosos e planos, como uma grande mesa ou mesmo o chão. Como a ideia é brincar a 4 mãos (ou mais), o chão é ainda a melhor opção, pois permite que os participantes mudem de lugar para ver a imagem se formando por diferentes ângulos.

Coloque ordem no caos

Espalhe todas as peças viradas para cima no local da montagem. As peças que serão das bordas devem ser separadas das demais. Em seguida, agrupe as peças restantes por cores. Isso facilita a visualização e vai ajudar muito no seu desempenho.   

Comece o quebra-cabeça pelas beiradas

Ao começar a montar o quebra-cabeça pelas bordas, você delimita melhor a área de montagem e já ganha uma noção interessante do espaço a ser preenchido. Como as peças são retas, você elimina, pelo menos, um dos lados na hora de escolher o encaixe e isso facilita também.

Mantenha o foco no resultado

Para não perder a noção do todo, mantenha bem à vista a imagem final do quebra-cabeça, que geralmente está impressa na tampa da caixa do brinquedo. Uma boa ideia é distribuir os grupos das peças que você separou por cores no espaço de montagem de acordo com o que sugere a figura final.

De peça em peça, cuidado para não quebrar a cabeça

Seguidos esses passos, o que resta é se divertir com o desafio e não se estressar com a dificuldade (quanto maior o quebra-cabeça e menores as peças, mais difícil a tarefa). O bom dessa brincadeira é que não há adversários nem pressão para terminar. Ou seja, aproveite o momento para bater um papo descontraído com a criança e se divertir com ela.

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Ideias de como organizar brinquedos

Na hora de organizar a casa, alternativas para guardar os brinquedos dos pequenos são sempre bem-vindas. Quando a criança atinge certa idade, ela ganha mais autonomia e acaba espalhando os brinquedos por vários lugares ao longo do dia. Como são objetos usados quase que diariamente, o ideal é encontrar uma maneira de como organizar brinquedos de forma prática. Veja algumas ideias:

Caixas e prateleiras

Uma boa dica para quartos pequenos e otimização de espaços dentro de casa é usar caixas de plástico, pois podem ser facilmente “escondidas” embaixo da cama, por exemplo. Se preferir deixá-las à vista, você pode personalizá-las com tecidos ou adesivos que combinem com a decoração do quarto da criança. Outra opção bastante prática para organização e economia de espaço é instalar prateleiras nas paredes para acomodar livros, bonecas, bichos de pelúcia, carrinhos ou alguma decoração para deixar o quartinho ainda mais bonito.

Sapateiras

Como o nome já sugere, sapateiras são excelentes para organizar sapatos, mas também podem ser uma mão na roda para separar bonecos, lápis, bolinhas de gude e outros brinquedos menores. Existem opções que podem ser penduradas dentro dos armários ou atrás da porta. É uma maneira bem prática e funcional de melhorar a bagunça dos pequenos!

Cestos e baús

Cestos e baús são indicados para brinquedos de volume maior, como caminhões, pelúcias grandes e jogos de tabuleiro. Essa também é uma opção que pode facilmente ser customizada com os personagens favoritos da criança, dando um ar mais divertido e até mesmo incentivando a organização. Além disso, guardar os brinquedos em cestos ou baús evita que eles acumulem pó, deixando o ambiente mais fácil de limpar depois.

Nichos

A instalação de nichos, também conhecidos como prateleiras em cubos, pode ser uma alternativa moderna e bastante prática para organizar os brinquedos que você gostaria de deixar expostos para complementar a decoração do quarto da criança.

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Brinquedos educativos ajudam mesmo no desenvolvimento?

O processo de ensino-aprendizagem vem sofrendo mudanças ao longo do tempo. O que antes era algo estático e cheio de decorebas, hoje tem que falar a língua do aluno e, claro, estar em constante evolução. Como as pessoas estão cada vez mais com acesso à informação, a metodologia precisa ir se adaptando a esse processo. A presença da tecnologia na educação faz parte desse processo evolutivo.

Gamificação

A gamificação tem como objetivo deixar os conteúdos mais atrativos para os alunos. A ideia é usar os recursos dos videogames, como pontuações, desafios e até bonificações para estimular os estudantes. Isso é possível por meio de aplicativos e plataformas de educação. Assim, os estudantes conseguem absorver os conteúdos com muito mais facilidade e o interesse deles aumenta. O uso do notebook durante as aulas é um dos recursos mais utilizados. Mesmo o laptop  infantil pode ajudar as crianças, pois tem atividades que ajudam na concentração, memória e alfabetização.

Aprendizado colaborativo

Seguindo a tendência das redes sociais, hoje todos vivem conectados e dispostos à compartilhar quase tudo, inclusive o conhecimento. Esse momento é ideal para criar ambientes virtuais de ensino-aprendizagem, com cursos informais desvinculados de uma instituição formal de ensino. A tendência é as pessoas compartilharem cada vez mais seus conhecimentos entre a sua rede de amigos com interesses em comum, sempre acrescentando novos vídeos, tutoriais, textos e outros formatos acessíveis via internet direto do seu laptop ou smartphone.

Tecnologia na educação

O ensino personalizado é outra vantagem proporcionada pela tecnologia na educação, pois pode ser adaptado às suas preferências, interesses e habilidades de aprendizado para cada conteúdo. Sem a internet acessível a todos, seria inviável pensar no ensino personalizado e que atenda às particularidades de cada aluno. A tecnologia na educação rompe essa barreira e faz com que os alunos sejam orientados por meio de vários recursos, como vídeos e infográficos. A diversidade de conteúdos disponíveis on-line ajuda os estudantes a trilhar o próprio caminho de aprendizagem.

Blended learning (Ensino híbrido)

A tecnologia também está nas aulas e na forma como elas são passadas aos alunos. A tendência do uso da tecnologia na educação é que os ambientes escolares misturem conteúdos on-line com recursos off-line, como livros e outros materiais que não usam a internet. A isso chamamos de “Ensino híbrido”. Essa nova maneira de ensinar e aprender contribui diretamente para  a personalização do ensino, uma vez que insere o aluno no centro do processo de aprendizagem e faz as aulas serem muito mais dinâmicas.

Uso do smartphone na sala de aula

Grupos colaborativos que usem ferramentas como o WhatsApp servem para facilitar a comunicação fora da sala de aula. Alguns dos usos mais comuns são: a leitura de e-books (livros virtuais) de maneira colaborativa e a produção de áudios, fotos e vídeos sobre os conteúdos a serem estudados.

Entendeu como o uso da tecnologia na educação faz toda diferença na hora de aprender hoje em dia?

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Mini veículo elétrico ou a pedal?

Toda criança sonha em ter um mini veículo e, por isso, não faltam opções no mercado. Mas na hora de comprar esse presentão, muitos pais ficam em dúvida entre um mini veículo elétrico ou um a pedal. Se esse é o seu caso, veja algumas dicas que podem ajudar nessa escolha:

Mini veículo a pedal

Uma das principais vantagens do mini veículo a pedal é que ele pode ser usado em mais lugares que o elétrico, já que os carrinhos elétricos funcionam melhor em terrenos cimentados e lisos. Outra coisa que os pais adoram é que os pequenos acabam gastando mais energia, além de desenvolverem melhor a coordenação motora.

O triciclo infantil é um dos brinquedos mais tradicionais e pode ser usado desde quando os bebês são bem pequenos. Para você ter uma ideia, existem modelos adaptados para 10 meses de idade que vêm com um empurrador para os pais conduzirem e até com compartimentos para levar as coisinhas do bebê nos passeios.

 O triciclo também é o brinquedo ideal para treinar antes da bicicleta, já que a criança tem mais estabilidade e ganha equilíbrio e confiança aos poucos para o próximo desafio.

Outros modelos muito procurados são o carrinho e a mini moto de pedal. Com eles, as crianças ganham autonomia e noção de espaço enquanto se divertem pedalando por aí.

Mini veículo elétrico

Muitas crianças são apaixonadas pelo mini veículo elétrico e não é à toa, esse brinquedo simula um veículo de verdade, deixando a brincadeira mais real e emocionante. Além de super divertido, ele também ajuda a desenvolver a coordenação motora, noção de espaço, velocidade e direção da criança.

Outra coisa bem legal é que alguns modelos vêm com controle remoto para os pais participarem e interagirem mais nas brincadeiras. Essa pode ser uma boa opção para as crianças menores começarem a se aventurar nesses brinquedos.

Todo mini veículo elétrico funciona à bateria recarregável e é importante checar sua duração.  Existem diversos modelos: triciclo, quadriciclo, mini carro, mini moto, caminhão e até trator. Sem falar a quantidade de personagens: Batman, Hot Wheels, Barbie, Patati Patatá e muitos outros que a criançada adora.

Em relação aos modelos, o carro elétrico é um dos mais procurados e imita um verdadeiro veículo, com volante, marchas, ré, buzina, luzes, sons e tudo mais. A mini moto elétrica também é muito parecida com a real e pode vir com som de motor, painel eletrônico, luzes, retrovisor, etc.

É preciso lembrar que o mini veículo elétrico tem desempenho melhor em terrenos lisos, cimentados ou esses de playground, sabe? Por isso, para o seu filho se divertir mais e o brinquedo ter maior durabilidade, prefira locais com esse tipo de terreno.

A velocidade desses brinquedos motorizados varia entre 2 km/h e 5 km/h, e a faixa etária também muda de acordo com o modelo. Sendo assim, não se esqueça de olhar na ficha técnica para descobrir qual o mini veículo mais indicado para o seu filho, ok?

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Brinquedos educativos ajudam mesmo no desenvolvimento?

Os brinquedos educativos servem para ajudar no desenvolvimento de bebês, crianças, jovens e até dos adultos. Por isso, brinquedos fazem parte da nossa vida nos momentos de diversão e, mesmo sem perceber, com eles aprendemos a negociar, lidar com perdas, planejar estratégias, trabalhar em grupo, aceitar diferenças. Já com bebês a função dos brinquedos pode ajudar no desenvolvimento dos seus 5 sentidos e sua percepção e raciocínio. Veja mais dicas:

Cada um no seu tempo

Pesquisar sobre como educar os filhos é uma característica de pais e mães preocupados em dar o melhor para eles. Porém, é preciso ir além dos livros e teorias sobre a idade certa para cada criança ser capaz de falar, ler fluentemente ou fazer contas, por exemplo. Cada uma se desenvolve no seu próprio tempo e apoiar a criança desde os primeiros dias de vida é fundamental.

A importância dos brinquedos educativos

Brincar é fundamental para o crescimento saudável da criança, tanto no aspecto físico quanto no amadurecimento emocional. Os brinquedos educativos nos ajudam a desenvolver o pensamento lógico e abstrato, noções espaciais como a lateralidade, administrar as emoções e ainda expandem a coordenação motora.

Atenção na hora da compra

Uma boa dica na hora de escolher brinquedos educativos para seus filhos é dar preferência aos que podem oferecer interação para que a criança possa criar a sua própria brincadeira. Fantoches são ótimos para aquela fase em que a criança começa a elaborar histórias onde ela mesma vai criar na sua imaginação nomes, cenários e diálogos entre os bonecos.

De acordo com a idade

Nem sempre o brinquedo mais caro é o mais atrativo para a criança, pois muitas vezes uma bola pode encantar mais que um jogo eletrônico, porque tudo depende da fase em que a criança está. Procure respeitar a faixa etária indicada para que a criança possa aproveitar melhor os recursos que o brinquedo oferece e assim desenvolver as habilidades requeridas. Porém, se você perceber que o seu filho não demonstrou interesse pelo brinquedo, apenas pergunte o que ele quer e veja se é adequado para a sua idade.

Aqui cabe o exemplo de brinquedos de encaixar para bebês acima dos 6 meses (e que trabalham a percepção das formas e cores), e ainda os quebra-cabeças para crianças maiores, em que a percepção de totalidade e colaboração é trabalhada pelo encaixe das peças que quando separadas são pequenas, mas, se estão unidas, formam algo muito maior e mais significativo, que é a imagem completa.

Para os recém-nascidos, os móbiles, chocalhos e tudo que aguce os 5 sentidos é bem-vindo. Cores, sons, formas e cheiros atraem a atenção dos pequeninos, e nessa fase é importante cuidar da higiene e tamanho adequados dos brinquedos para que possam ser levados à boca sem oferecer risco ao bebê.

Já deu para perceber que os brinquedos educativos são super importantes, não é? Mas não pense que são somente para crianças, pois existem jogos para adultos que fazem muitos brincantes refletirem sobre a vida.

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Brinquedos legais: carrinho de controle remoto

    Se você está procurando brinquedos legais que agradem tanto crianças como adultos, o carrinho de controle remoto não pode ficar de fora dessa lista, não é mesmo? Além de ser diversão garantida, esse brinquedo serve para unir ainda mais os pais e as crianças, uma vez que é uma atividade ótima para fazer juntos.

Com vários modelos disponíveis, fica difícil saber o que levar em conta na hora de escolher o brinquedo ideal. Por isso que você não pode perder essas dicas de como comprar um carrinho de controle remoto. Depois de dar uma olhada nelas, é só chamar o pequeno para escolher o favorito e aí curtir e brincar juntos no parque, na praia ou em qualquer lugar que dê para usar o carrinho da melhor forma. 

Elétrico x Gasolina

Existem dois tipos básicos de carrinho de controle remoto: os elétricos e os à gasolina. Os elétricos geralmente são recarregáveis, mas também existem os modelos que precisam de pilhas. Esses carrinhos são menos potentes que aqueles à gasolina, que atingem uma velocidade mais alta e são mais indicados para adolescentes e adultos.

Terreno

Antes de comprar um carrinho de controle remoto, pense, antes de tudo, em qual terreno você mais vai usar o brinquedo: na areia do parque, na praia, no asfalto, no barro, etc. Isso é importante, pois você vai precisar olhar o estilo do carrinho. Se forem os de corrida normal, por exemplo, que têm pneus que não são tão abrasivos, você deverá evitar de usá-los em terrenos mais irregulares com barro e areia. Para brincar nesse tipo de terreno, é legal comprar carrinhos que são 4×4, com pneus mais grossos e resistentes.

Alcance do controle

Existem carrinhos mais básicos que podem pegar um alcance máximo de 12 metros. Mas também existem aqueles que têm um alto alcance e atingem até 100 metros, porém eles são mais profissionais e à gasolina. Esse é um ponto que você também deve se atentar, pois a distância que você pode ficar parado e controlar o carrinho de controle remoto sem sair do lugar são quesitos importantes na hora de escolher o ideal.

Personalizado

Para alegrar a criançada, algumas marcas produzem carrinhos personalizados com personagens de filmes e desenhos animados. Ou seja, você pode unir a diversão do carrinho com a alegria dos pequenos em ver o personagem preferido estampado no brinquedo! Com certeza eles vão adorar!  

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Como escolher o melhor carrinho de controle remoto para se divertir com a família?

Escolha o melhor carrinho de controle remoto para se divertir com toda a família. Há muitos anos no mercado, os primeiros carrinhos surgiram na década de 60 nos Estados Unidos e começaram a chegar no Brasil na década de 80 com modelos produzidos pelos maiores fabricantes do país, sempre fazendo a cabeça da garotada.

Atualmente esses brinquedos são muito famosos também entre os adultos, que curtiram brincar na infância e ainda são adeptos, assim continuam aproveitando muita diversão agora com os filhos. São diversos modelos e marcas disponíveis para quem gosta de velocidade e muita adrenalina, garantindo imaginação às crianças e momentos especiais para os pais. Quer saber mais sobre essa brincadeira de adultos e crianças? Então confira as informações a seguir.

1 – Modelos 4×4

Você pode brincar em diversos terrenos, como rua, calçada, areia, terra e grama. Os modelos atuais são movidos a gasolina ou rádio controle. O primeiro atinge uma velocidade maior, mas faz mais ruídos e pode precisar de manutenção com mais frequência, pois possui muitos fluidos na mecânica.

2 – Carrinhos com som

Esses modelos possuem sons que imitam ruídos de motor de verdade, com direito a aceleração e trocas de marcha, garantindo uma brincadeira muito mais real. Controlados por rádio controle, as opções vão desde os esportivos e os de competição até os tradicionais de passeio.

3 – Drift

Esses modelos derrapam nas curvas de forma controlada, técnica muito explorada nos games como os da franquia Need For Speed. Para instigar ainda mais a imaginação da criançada, já existem corridas com carrinhos de controle remoto Drift, que seguem todas as regras da liga profissional de Drift, a japonesa D1, como ângulo e aceleração. Agora que você já conhece alguns modelos, escolha o melhor carrinho de controle remoto e divirta-se muito com toda a família.