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Pneu tem validade?

Os pneus são um dos componentes mais importantes do seu carro e, ao mesmo tempo, uma das peças mais ignoradas. Conhecê-los e aprender a identificar o seu estado de desgaste é essencial e pode fazer a diferença em um momento inesperado.

Você certamente já deve ter se perguntado se precisa trocar o pneu mesmo que ele esteja aparentemente em bom estado, ou até mesmo pensado em economizar ao comprar um usado. Saiba que esse é um momento importante, e é preciso analisar bem o pneu para que você continue dirigindo com segurança. Comprar um produto desgastado ou usá-lo por mais tempo do que o recomendado pode ser arriscado.

Como saber se estou usando corretamente?

É difícil determinar uma validade exata para o pneu, pois depende muito do seu uso. Se você usa seu carro apenas aos finais de semana, em estradas asfaltadas e com boas condições, o vencimento será diferente do pneu utilizado por alguém que costuma dirigir diariamente por longos períodos, enfrentando estradas de terra, etc. O tempo de vida desse produto depende muito de sua utilização e conservação.

Portanto, ao contrário do que muitas pessoas pensam, o pneu possui validade sim. Não tem data determinada, mas além de uma, existem duas maneiras de calcular esse vencimento. Te mostramos a seguir.

Data de Fabricação (DOT)

A primeira coisa a verificar é a data em que ele foi fabricado. Você encontra essa informação encontra facilmente no próprio produto. Se chama DOT, uma série de letras e números, sendo que os últimos quatro indicam a data de fabricação. Por exemplo, se os últimos dígitos são 0820, significa que foi produzido na oitava semana de 2020.

Talvez você acredite que um pneu não usado continua impecável, mas não é bem assim. Embora ele permaneça na prateleira da loja ou de uma garagem, sua validade é de 5 ou 6 anos, devido a oxidação natural da borracha. Após esse período, ele pode ficar ressecado e trincado, diminuindo a estabilidade e aderência, o que deixa o carro mais exposto a alguns riscos. Desse modo, ele perde sua validade sendo ou não usado.

As trincas, principalmente em alta velocidade, podem provocar a explosão do pneu. Portanto, se mesmo assim você quiser utilizá-lo por mais tempo, fique atento aos detalhes e examine-o cuidadosamente com frequência para prevenir acidentes.

Tempo e modo de uso

Como citamos acima, os pneus têm uma vida útil de aproximadamente 5 ou 6 anos, porém, pode ser necessário trocá-los bem antes da “data de validade”. Há muitos fatores que podem causar o desgaste dos pneus, como seu estilo de direção, hábitos de manutenção e condições do asfalto. Veja abaixo alguns sinais que indicam que já está na hora de substituí-los.

– TWI: é o indicador de desgaste da banda de rodagem do pneu. O limite para rodar é quando o desgaste chega a 1,6 mm. Nessa condição, já pode ser considerado, pela lei, um pneu careca e é o momento ideal para fazer a troca, evitando acidentes e multas.

– Desgaste acentuado nos dois ombros (nas duas bordas do pneu)

– Desgaste central: ocorre quando o pneu está cheio demais, resultando no desgaste do centro do pneu mais rapidamente do que as bordas.

– Desgaste acentuado em um dos ombros (interno ou externo) devido ao desalinhamento

– Desgaste regular: pneu careca, completamente liso, sem nenhum relevo.

Os pneus lisos aumentam o risco de perda de controle do carro e também podem levar ao alto consumo de combustível. Ter pneus em boas condições não só ajudará a melhorar o desempenho do carro, mas também reduzirá o risco de acidentes. E lembre-se: jamais use seu pneu por mais de 10 anos.

Cuide-se! Se for pegar a estrada para as festas de fim de ano, examine seus pneus para garantir a sua segurança. Se precisar trocá-los, visite o site do Carrefour. Com certeza você vai encontrar o pneu mais adequado para o seu carro.

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Descubra se vale a pena comprar pneu meia vida

Na hora de trocar os pneus, logo pensamos em opções mais econômicas como pneus usados. Afinal, eles custam bem menos que os pneus novos. Mas será que vale a pena o risco? Confira!

Pneu meia vida

Pneu meia vida é um pneu já usado, mas que ainda tem vida útil pela frente. Apesar de manter as especificações e dimensões, podem estar com desempenho e estabilidade comprometidos devido ao fato de serem pneus já usados. 

Mesmo que pneus meia vida apresentem a vantagem do valor mais baixo e consigam rodar mais alguns quilômetros, é importante levar em conta que eles foram descartados por algum motivo, e ninguém descartaria algo em perfeitas condições.

Dicas 

Se optar por um pneu meia vida, fique atento a um detalhe muito importante: como está a espessura da borracha? Se você observar que o pneu está muito desgastado poderá ter problemas em dias de chuva. Além disso, o desgaste dos pneus gera instabilidade do veículo – o que pode causar acidentes.

Verifique também a idade do pneu. A maioria dos governos e associações automotivas recomenda substituir os pneus a cada cinco ou seis anos, independente da quantidade de piso deixada. 

Conclusão

Comprar um pneu meia vida não compensa. Apesar da economia, os riscos são muito grandes. É o famoso “barato que pode sair caro”.  Por isso, nossa recomendação é sempre a escolha por pneus novos. 

No site do Carrefour você sempre encontra ofertas em pneus e demais produtos automotivos. Aproveite!

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De quanto em quanto tempo devo fazer a calibragem dos pneus?

Deixar os pneus bem calibrados é importante para garantir a segurança de todos, além de ajudar a reduzir o consumo de combustível do veículo e aumentar a vida útil dos pneus, diminuindo também os gastos de manutenção do carro. Mas você sabe de quanto em quanto tempo a calibragem de pneus deve ser feita? Essa é uma dúvida bem comum que vamos esclarecer aqui.

Quando fazer a calibragem de pneus?

O ideal é fazer a calibragem a cada 15 dias e com os pneus frios, ou seja, tendo rodado menos de 3 km com o carro. Ao calibrar com os pneus frios, você garante partículas de ar mais estáveis dentro dos pneus e uma calibragem mais eficaz e duradoura do seu carro.

Se perceber que seus pneus estão precisando ser calibrados antes desses 15 dias, vale a pena fazer uma revisão e verificar outros itens de manutenção que podem estar prejudicando seu veículo.

Como fazer a calibragem?

Tão importante quanto a frequência da calibragem é a pressão correta dos pneus. Siga as recomendações do fabricante do seu automóvel, que costumam estar especificadas na porta do veículo ou no manual do proprietário. Atenção também à sua necessidade: saiba que a pressão adequada ao uso do veículo em estradas é diferente da pressão ideal para o dia a dia. O mesmo vale para carros leves ou pesados, com carga ou muitos passageiros. Para conferir essas informações consulte o manual do proprietário. Dica: caso tenha comprado o carro usado, lembre-se que as montadoras costumam manter versões em PDF em seus sites.

Para calibrar os pneus, não se esqueça de esperar os pneus esfriarem. Vá até um posto de gasolina e digite na bomba o calibre desejado. Retire a tampinha da válvula do pneu e encaixe a mangueira da bomba. Aguarde a bomba calibrar o pneu e a emissão do aviso sonoro ao fim do processo. Tampe novamente a válvula de ar do pneu e guarde a mangueira da bomba no lugar correto. Muitos postos contam com frentistas para fazer esse serviço para você, mas é essencial saber fazer sozinho também.

É importante manter o balanceamento e alinhamento do veículo a cada 5 mil quilômetros e fazer o rodízio de pneus a cada 10 mil quilômetros, garantindo assim a estabilidade da calibragem de pneus.

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Usando pretinho para o pneu ficar com cara de novo

Tem motorista que adora cuidar do carro toda semana, deixando bem limpinho tanto por dentro quanto por fora – e sem esquecer dos pneus bem pretinhos e brilhantes! A aparência de carro novo é tudo de bom! Mas você sabe o segredo de um pneu bem limpo e tinindo de novo? É o tradicional “pretinho para pneu”, ou “pneu pretinho”, como preferir.

O pretinho para pneu é seguro?

Sim! A maioria das marcas utilizam uma fórmula com base de glicerina, o que deixa o pneu mais brilhante, sem deteriorar a borracha ao longo do tempo. Além disso, ele forma um bloqueio antissujeira evitando que poeira e terra se juntem na superfície, conservando-o limpo por mais tempo.

Como aplicar?

A aplicação é bem simples. Há aqueles que podem ser aplicados com uma esponja ou pano seco, enquanto outros são em formato de spray que facilitam bastante na aplicação. O importante é deixar o pneu limpo e seco antes de aplicar, sendo lavado com sabão, água e esponja.

Faça você mesmo seu pretinho para pneu

Quer deixar seu pneu muito mais limpinho e brilhando sem precisar gastar muito? Faça seu pretinho para pneu caseiro! A ideia é muito simples e você pode utilizar sempre. Basta apenas 1 litro de xarope de groselha, 500 ml de álcool comum e 1 colher de sopa de vinagre. Coloque todos os ingredientes em uma garrafa pet, misture e guarde para quando precisar.

Aplique com um pincel quando seu pneu estiver seco e limpo, pois isso fará com que o produto dure mais e capriche nas marcações, passando o pincel lentamente para que não forme bolhas. Ah, e lembre-se de passar somente nas laterais. Ele adere na borracha em 1 semana e essa receita dura até 1 ano. Viu como é fácil?

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Como escolher o melhor pneu para o seu carro

Escolher o melhor pneu para o seu carro é uma tarefa que requer paciência, não é mesmo? É uma decisão importante, principalmente por envolver sua segurança. Portanto, é preciso se atentar a cada detalhe na hora da compra. Estas dicas vão ajudar bastante você a entender melhor o que deve ser levado em conta em sua pesquisa sobre como escolher pneus.

A primeira coisa que você precisa saber é que todo pneu possui uma série que mistura letras e números. Ela é marcada diretamente na borracha. É a partir disso que você vai descobrir as características do pneu ideal para o seu carro. Acredite, é super fácil!

1º número:

É o tamanho, em milímetros, da parte que tem contato direto com o asfalto. É também conhecido como largura da banda de rodagem.

2º número:

Esse número traz a altura, em porcentagem, da parte lateral do pneu. Ou seja, é aquela que não tem contato direto com o asfalto. Ele é conhecido como série.

A Letra “R”

Essa letra significa Radial, que é o termo usado para identificar que o pneu é ideal para uso em carros de passeio.

3º número:

Esse número sempre vem em seguida da letra R e mostra a dimensão da roda em polegadas.

4º número:

Indica a carga máxima que o pneu pode suportar.

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Como trocar pneu do carro em 7 passos

Pode ser que o pneu do carro fure em uma situação onde não há borracharia por perto e, nessa hora, precisamos saber o que fazer. Por isso, separamos 7 passos que vão ajudar você a aprender como trocar pneu de carro sem precisar da ajuda de estranhos.

1º passo: saiba onde parar

Infelizmente você descobriu que o seu pneu está furado e o primeiro passo é parar o carro em um local com acostamento (de preferência) e que não ofereça risco de atropelamento na hora de fazer a troca e, em seguida, posicionar o triângulo sinalizador a pelo menos 10 metros de distância do carro. Essa distância é importante para quem vem atrás porque dá tempo de frear com segurança ao avistar o triângulo.

2º passo: reúna as ferramentas necessárias

Junte todas as ferramentas, como chave de roda (ou de cruz), macaco, estepe e luvas. Se você não sabe onde ficam essas ferramentas e o seu carro é novo, consulte o manual de instruções para saber onde elas ficam e deixe em um lugar fácil para, da próxima vez, ter menos trabalho. Marcas diferentes de carro posicionam o estepe em locais variados. Assim que comprar o seu, descubra onde fica o estepe.

3º passo: como trocar pneu

Tire a calota e desenrosque ligeiramente as porcas, empurrando a chave de roda com os pés usando o peso do seu corpo em vez das mãos. Antes de desenroscar as porcas por completo, coloque o macaco embaixo do carro.

4º passo: levante o carro

Coloque o macaco debaixo do carro, fazendo com que se encaixe na borda próxima ao pneu a ser trocado. Depois de encaixar o macaco, levante o carro até a roda deixar de tocar no chão. Termine de retirar as porcas e guarde todas juntas para que não se percam.

5º passo: faça a troca

Uma vez que o carro está suspenso e as porcas foram retiradas, é hora de fazer a troca dos pneus. Substitua o pneu furado pelo estepe que deve estar em boas condições de uso, ou seja, não pode estar careca, sob o risco de causar acidentes e multa no caso de haver uma blitz em seu caminho.

6º passo: coloque as porcas de volta

Esse momento é importante porque deve haver equilíbrio para evitar que o pneu se solte (e dê mais trabalho) na hora de recolocar as porcas. Para isso, basta enroscar as porcas em forma de “X”, uma vez que são 4 (ou 5), coloque as 2 primeiras em diagonal e as restantes também, formando um “X” (ou estrela). Esse procedimento dá equilíbrio à roda e evita que o pneu caia antes de estar todo “parafusado”.

7º passo: guardar e substituir

Após trocar o pneu, abaixe o macaco para que o carro volte a tocar o chão com as 4 rodas. Desencaixe o macaco, junte com as outras ferramentas e guarde em local adequado e acessível. Coloque o estepe no lugar e providencie a substituição por um pneu novo o quanto antes.

Seguindo esses 7 passos de como trocar pneu, você conseguirá tirar de letra esse imprevisto.

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Como é o melhor pneu para chuva?

Mesmo que você não se interesse muito por automóveis e pelos seus acessórios, deve saber que existem diferentes tipos de pneus, para diferentes tipos de veículos e as mais variadas superfícies. Se não sabe, é importante que conheça mais a respeito do melhor pneu para chuva, considerando que, especialmente em condições climáticas adversas, o pneu se trata de um item de segurança do veículo.

A importância do pneu

Geralmente, a nossa preocupação com os pneus se resume em checar se eles estão em bom estado, ou seja, se não estão “carecas” ou, no pior caso, furados. Mas também devemos saber se estamos utilizando o melhor pneu para a superfície sobre a qual costumamos rodar, especialmente quando o uso de um pneu inadequado pode ser uma ameaça à nossa segurança.

Uma situação comum é pegar a estrada e ter que lidar com aquela chuva torrencial. Nesse caso, o seu pneu seria o melhor para rodar sobre uma superfície molhada? Se não for, os riscos de o carro aquaplanar aumentam exponencialmente. Para evitar acidentes, é fundamental saber qual é o melhor pneu para chuva, considerando, é claro, o tipo do veículo.

Qual é o melhor pneu para chuva?

Para saber se estamos utilizando o tipo de pneu correto, primeiramente devemos checar o manual do proprietário. Trata-se de uma ação preventiva básica que poucos lembram de fazer.

Uma das características comuns de pneus indicados para chuva é a banda de rodagem (a parte do pneu que fica diretamente em contato com o solo) moldada com ranhuras. As ranhuras permitem que a água passe rapidamente pela borracha do pneu, prevenindo a aquaplanagem.

Via de regra, as ranhuras na banda de rodagem devem ser profundas — se forem muito rasas, a aderência não pode ser garantida, o que justifica a importância de se checar com regularidade se os pneus não estão “carecas”, ou seja, com as ranhuras desgastadas. Por outro lado, no caso de haver pouca água na superfície, o composto da borracha do pneu é o principal fator na prevenção da aquaplanagem.

Ficou interessado em saber se o seu pneu é adequado para a chuva? Consulte o manual do proprietário do seu veículo e verifique qual é o pneu indicado para o seu caso.

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Câmera de ré para carro: Conheça os tipos e como escolher

É muito bom ter a tecnologia para nos auxiliar no dia a dia, facilitando as tarefas que podem ser mais complicadas, como fazer a baliza. Para quem tem dificuldades com essa tarefa, existem diversos modelos e marcas de câmera de ré para carro que permitem ver, por meio de um monitor, tudo que está acontecendo atrás do seu carro. Assim, você poderá evitar acidentes e aquelas batidinhas, estacionando com muito mais tranquilidade e facilidade.

O que você precisa saber antes de comprar a câmera de ré para carro?

Existem algumas coisas que você deve ter em mente antes de comprar a câmera de ré para carro. A primeira é se você costuma andar de carro à noite ou se a sua garagem tem pouca iluminação. Se esse for o caso, o ideal é que você compre um modelo com infravermelho. Assim, você conseguirá enxergar os mais diversos detalhes com pouca luz.

Outro ponto que você deve pensar é na tela. Boa parte dos modelos de câmera não acompanha a tela. Se o seu carro já possui um monitor – da central multimídia, por exemplo – verifique no manual ou com o seu mecânico de confiança se o modelo possui as entradas de vídeo para a câmera. Caso contrário, você deve procurar um monitor avulso ou comprar um kit completo de câmera e tela.

Os 3 principais modelos de câmera de ré para carro

O principal modelo de câmera de ré é o embutido. Ele costuma ser cilíndrico e é projetado para se encaixar em um furo no para-choque do seu carro. A vantagem desse modelo é a segurança que ele proporciona, evitando que a câmera se desloque ou que seja roubada, já que estará fixada internamente.

O segundo modelo é o borboleta, uma câmera com 2 abas laterais que permitem a fixação externa. Basta você aparafusá-las naquela saliência acima da placa. Assim, você conseguirá usar a sua câmera de ré sem grandes modificações no seu carro.

E o último modelo é o 2 em 1. É uma câmera menor, que pode ficar embutida no para-choque, ou, com o auxílio de um adaptador que vem junto, pode ser transformada em uma câmera borboleta. E é bastante comum, nesses modelos, que o fabricante inclua uma fita adesiva especial, que permite fixar a câmera sem precisar aparafusá-la, diminuindo o trabalho e as alterações no seu carro.

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Como escolher um eletrodo para solda

O eletrodo para solda é um dos utensílios de solda mais comuns. A soldagem é feita com um arco elétrico formado com o contato do eletrodo e a peça a ser soldada e que funde os 2 ao mesmo tempo. O eletrodo é gasto a partir do momento em que é formado o cordão de solda. O processo é protegido do ar atmosférico pelos gases de combustão do revestimento, o N2 e O2, e por uma escória. Esse processo é versátil, muito utilizado no mercado e pode ser feito em aços inoxidáveis, aços carbonos, ferros fundidos, cobre, alumínio, níquel e aços de baixa, média e alta liga. Se quiser escolher um eletrodo, confira algumas dicas para você não errar.

1 – Revestimento oxidante

O eletrodo para solda com esse tipo de revestimento é constituído de óxido de ferro e manganês, e a escória produzida é abundante, oxidante e fácil de destacar. Ele pode ser usado nas correntes alternadas ou contínuas e atinge uma profundidade baixa, mas não é adequado para profundidades de alto risco, e por isso tem sido cada vez menos utilizado.

2 – Revestimento ácido

Constituído de óxido de ferro, silício e manganês, esse eletrodo produz uma escória porosa, abundante, ácida e de fácil remoção. Ele pode ser usado nos 2 tipos de corrente, tem profundidade média e alta taxa de fusão, o que causa uma poça volumosa de fusão, sendo indicado para aplicações na posição de filete horizontal ou plana.

3 – Revestimento rutílico

Ele tem grandes quantidades de rutilo e a escória produzida é abundante, densa e facilmente destacável. Ele é de fácil manipulação e pode ser utilizado em qualquer posição, a não ser se tiver um grande teor de pó de ferro. É versátil, de uso geral e atinge uma profundidade média ou baixa.

4 – Revestimento básico

Tem grande quantidade de fluorita e carbonatos de cálcio, que geram uma escória com características básicas. Ao ser adicionada ao dióxido de carbono gerado pela decomposição do carbonato, ela protege a solda do contato com a atmosfera, reduzindo os riscos de trinca e de solidificação. Tem profundidade média e é indicado para aplicações de alta responsabilidade e soldagens de grandes espessuras e de alto grau de restrição.

Revestimento celulósico

Tem grande quantidade de material orgânico, como a celulose. Ao ser decomposta pelo arco, ela gera gases protetores do metal líquido. A quantidade de escória é pequena e o arco é muito violento, o que causa respingos e alta penetração. É recomendado para soldagens fora da posição plana, tendo grande aplicação na soldagem circunferencial.

Agora que você já conhece os tipos de eletrodo para solda, escolha a melhor opção para você.

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Gasolina ou etanol: qual é a melhor opção para o seu carro?

É fato: quando se tem um carro, um dos gastos mais recorrentes com certeza é o combustível. Sempre vai um pouquinho por semana e quando se vê, o tanque está na reserva. E, na busca pelo posto de gasolina com um bom valor, sempre surge aquela dúvida: gasolina ou etanol: qual é a melhor opção? É importante lembrar que o rodízio de pneus é essencial para a economia de combustível.

Prós e contras da gasolina

Há muitos prós e contras quando o assunto é a gasolina. O primeiro ponto positivo com certeza é a qualidade do arranque e desenvolvimento do carro, que é superior a qualquer outro tipo de combustível. Logo atrás vem o rendimento, também acima da média. E não para por aí: a gasolina aditivada traz aditivos que “tratam” o motor, corroendo-o muito menos. É um grande benefício a longo prazo.

Vale ressaltar que o valor geralmente é maior que o álcool e esse combustível não faz tão bem ao ambiente, vindo de uma fonte esgotável, poluindo o ar com a emissão de gás carbônico.

Prós e contras do etanol

Por possuir como matéria-prima a cana de açúcar, uma fonte renovável, o etanol é amigo do ambiente. Outro ponto a se considerar é que da sua produção também saem substratos como o bagaço e a palha, que produzem vapor e geram energia mecânica, térmica e elétrica. Já quando o assunto é o motor, é importante ressaltar que o etanol proporciona uma potência maior ao veículo.

Quanto ao rendimento, ele faz 30% menos quilômetros por tanque do que a gasolina. Além disso, pode perder a capacidade de combustão quando a temperatura está abaixo dos 13 ºC.

Resultado final

Para saber qual combustível combina mais com o seu estilo de vida, é necessário ter um olhar apurado sobre os pontos acima. Também é importante ressaltar que além desses pontos, tem um que deve ser observado: a qualidade do posto de gasolina. A rede de postos Carrefour não só treinou seus funcionários para a checagem do combustível que chega, como também adquiriu a posse de 2 laboratórios móveis, que visitam suas unidades, verificando a garantia e procedência dos combustíveis, sendo eles diesel, gasolina ou etanol.